A causa foi um vórtice polar de ar frio que teve sua força reduzida e permitiu que o buraco fosse fechado

Camada: estima-se que a camada de ozônio se recupere aos níveis registrados no início da década de 1980 apenas em 2050 (ESA/Reprodução)
Um buraco de mais de um milhão de quilômetros quadrados foi descoberto no Ártico por cientistas em março — o maior já registrado. Mas, recentemente, ele se fechou. O anúncio foi feito pelo Copernicus, programa de observação da Terra da União Europeia.
Além do tamanho impressionante, o buraco também foi responsável por esgotar o ozônio na camada a uma altitude de cerca de 18km.
The unprecedented 2020 northern hemisphere #OzoneHole has come to an end. The #PolarVortex split, allowing #ozone-rich air into the Arctic, closely matching last week's forecast from the #CopernicusAtmosphere Monitoring Service.
— Copernicus ECMWF (@CopernicusECMWF) April 23, 2020
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Fonte: Exame
